Rival foi palco de uma grande roda de samba, afinal, era a “estreia” do “veterano” Nego Álvaro.

Vamos explicar: estreia porque lançou ontem seu primeiro CD “Cria do Samba” – E veterano porque já é conhecido pelas rodas de samba, comanda a “Roda de Samba do Nego Álvaro” (no Beco do Rato), “Mafuá no Quintal”, “Samba do Trabalhador”, além de acompanhar músicos com Beth Carvalho e Pretinho da Serrinha, entre outros…

E ontem Nego Álvaro fez uma sua estreia, e olha que foi regada com muita emoção, o músico recebeu o baluarte Moacyr Luz, que veio correndo de outro show para dar canja, afinal, é o idealizador CD solo de Nego Álvaro, apelido carinhoso que o próprio “Moa” batizou.

O show ganhou reforço de um time de primeira, com  Leandro no violão 6 cordas, Hudson Santos no violão 7 cordas, no cavaquinho Thiaguinho. O mestre Misael Hora ficou nos teclados. Júlio Florindo no surdo, Quininho na percussão, Gudy no tantan, Jorge Alexandre no pandeiro, a bateria veio com Dênio Braga e no coro Tina Aruanda e Joana Richter.

Mas o ponto alto ficou por conta das músicas “Pra Te Encontrar”, criada para a mulher Simone Costa, e “E Fez-se A Luz”, onde homenageia a filha recém nascida – a pequena Flor de Maria. As duas musas de Álvaro, prestigiaram a estrela da noite e foram para o palco.

Carlinho de Jesus foi chamado e também subiu, e fez o que sabe de melhor, dançou ao som de “Tá Querendo”.

Pretinho da Serrinha, que é o produtor do CD, também deu canja com Álvaro no palco, e ainda mandou ver com a música “Nascente da Paz”.

Nego Álvaro destaca no CD a faixa “Hino Vira Lata”, que começa com repique de mão, em homenagem a rapaziada que não deixa o ritmo cair, aliás, essa música abriu o show, que variou pelo autêntico samba e indo ao samba rock, nas 19 músicas da noite.

Outro momento que agradou foi o clássico “Cotidiano”, de Chico Buarque, que ganhou outra batida. Assim, como a notória “Extra II, o Rock do Segurança”, de Gilberto Gil.

Com a música “Ainda é Tempo Pra Ser Feliz” (onde costuma cantar com a rainha do samba Beth Carvalho), ganhou uma introdução envolvente com o sax tenor de Dirceu Leite.

Na hora que entrou com a música “Estranhou o quê? ….. preto pode ter o mesmo que você…!”, foi outro ponto alto, indelével, já virou um hit nas rodas de sambas, e nessa hora Álvaro levou para o palco uma galera afro, onde levantou o púbico. Em seguida outro clássico

Gabrielzinho de Irajá, Feijão, Fred Camacho, entre outros músicos estavam lá, marcando o compasso com Nego Álvaro.

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