Labirintite: vertigem pode ser sinal de alerta

De repente, tudo parece girar. Quem sofre de labirintite aguda pode sentir na crise essa sensação de rodopio por minutos ou até horas. “As crises costumam se manifestar após os 40 ou 50 anos de idade, e podem ser desencadeadas pela redução da quantidade de sangue circulando nas áreas do cérebro e do labirinto”, explica o médico otorrinolaringologista Rodrigo Pêgo, do Rio de Janeiro.

A labirintite é uma das labirintopatias. Tratam-se de doenças que afetam a estrutura do ouvido interno que recebe, codifica e transmite informações para o cérebro sobre os sons e os deslocamentos do corpo. Entre os fatores de risco estão: diabetes, hipoglicemia, hipertensão, estresse, ansiedade, uso de alguns medicamentos, café, fumo e álcool, por exemplo. São mais de 300 causas.

O diagnóstico é estabelecido a partir da avaliação clínica e de exames específicos, porque outras doenças têm sintomas semelhantes. Pêgo informa que é importante verificar como estão os níveis de ácido úrico, colesterol ou triglicérides.  “Em alguns casos, pode ser necessário fazer uma ressonância magnética e tomografia computadorizada”, conta Rodrigo Pêgo, que é membro da Associação Interamericana de Otorrinolaringologia Pediátrica (IAPO, na sigla em inglês) e da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Além da medicação específica receitada pelo especialista, o paciente precisará se adequar a novos hábitos. É recomendável optar por uma dieta saudável com intervalos curtos entre uma refeição e outra, ingerir bastante líquido, praticar atividades físicas, evitar bebidas gaseificadas e alcoólicas, e parar de fumar. É essencial evitar dirigir nas crises e enquanto estiver tomando os medicamentos.

Fonte/ Influência Comunicação

 

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