Em momentos diferentes da carreira, o trabalho de coaching levou duas profissionais a obter resultados além do esperado | Portal Alice Glitz

Em momentos diferentes da carreira, o trabalho de coaching levou duas profissionais a obter resultados além do esperado

Após trabalhar por 20 anos no numa multinacional varejista de alimentos, Erica Barbosa de Lima dos Santos viu-se totalmente à vontade para aderir ao Plano de Demissão Voluntária da empresa. “Meus chefes, pares, familiares e amigos ficaram chocados. Se eu era querida na empresa, não tinha queixas e tinha um bom desempenho, por que sair? Mas, me faltava motivação para continuar”, avalia a profissional.
 
Após passar dois meses entre os serviços domésticos e a atividade voluntária exercida na escola de uma amiga, ela decidiu procurar Raquel Castro, Coach especialista em Carreira e Educação Corporativa. “Eu conhecia a Raquel da própria multinacional e também o seu trabalho, então, sabia que ela poderia me dar um norte. Mas, na verdade, eu me enganei, porque ela não me deu nada pronto, ela me fez foi refletir, me autoconhecer e, acima de tudo, aprender a valorizar meus pontos fortes, porque eu apenas me preocupava com os pontos fracos de minha formação, meu currículo e meu histórico profissional”, recorda-se.
 
O que acontece é que Erica foi contratada pela empresa na qual trabalhava aos 15 anos de idade e fez sua carreira nesta única empresa. Em 20 anos, ela foi galgando posições na corporação, mas, não cursou uma universidade, nem aprendeu o segundo idioma ou viveu uma experiência fora do Brasil. Quando ela procurou os serviços de coaching, sua ideia era a de trabalhar numa empresa que prestaria serviços de alimentação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e o cargo pretendido tinha como premissas justamente esses três itens: nível superior completo, idioma inglês fluente e vivência internacional. “Eu tinha certeza de que não era para mim. Mas, conversei com a Raquel e ela me fez lembrar de que eu tinha experiência em tantas outras atividades para o cargo que fui confiante para a entrevista. Naquele momento, expus aos avaliadores o que poderia fazer na equipe e fui contratada imediatamente. Contou mais minha experiência prática e gerencial na área de alimentação do que a formação intelectual. Foi uma experiência fantástica, que consegui graças ao trabalho de coaching”, avalia.
Após esse trabalho, Erica traçou com a coach um plano de carreira bastante estratégico, iniciou um curso universitário (que será concluído em 2018) e também está cursando idiomas. “Estou empregada na área que desejo e numa empresa excelente. Mas, sempre procuro orientação quando sinto necessidade”, completa.
 
Coaching de Carreira
 
Raquel Castro

Segundo a coach Raquel Castro (www.raquelcastro.net), o coaching é para pessoas como Erica, que estão em transição de carreira, para quem ainda não decidiu que carreira quer seguir – ou seja, para jovens de 16 a 18 anos, ainda indecisos, ou para quem está se formando num curso amplo, que oferece inúmeras oportunidades (como Administração de Empresas, por exemplo) –, para aqueles que estão satisfeitos com a carreira que têm, mas, desejam traçar um plano estratégico para os próximos anos, direcionando seu foco exatamente para onde desejam chegar, e também para quem já se aposentou, mas, quer aproveitar seu potencial e não parar.

Coaching de carreira é um processo de autoconhecimento que leva o profissional a tomar decisões mais acertadas. É, também, um ‘clareamento de objetivos’, ou seja, um plano de ação que permite ao coachee (aquele que passa pelo processo de coaching) transformar sonhos em planos, em atitudes, com foco. “A ideia é fazer com que o profissional veja, primeiramente, se aquela carreira é um sonho seu ou se é um sonho de outras pessoas. Depois, qual é a viabilidade daquele sonho, tanto prática quanto financeira. Por fim, fazê-lo entender que é necessário tirar da frente o que não quer para focar realmente no que lhe interessa”, ensina Raquel.
O coaching de carreira é realizado por meio de 12 sessões quinzenais (aproximadamente), nas quais é mapeado o perfil comportamental do indivíduo, as oportunidades e ameaças de sua carreira, entre outras coisas, e são clareados objetivos, traçadas metas e propostas ações de curto e longo prazo, para que a estratégia se consolide. “O coaching funciona muito bem para quem se compromete a colocar energia no processo, nas ações propostas. Se houver essa determinação, o resultado pode surpreender”, elucida Raquel Castro.
 
 
 
 
Foi assim com Nicolle Gomes Costa (foto). Aos 25 anos de idade, a jovem, com formação em Comunicação e Marketing, estava insatisfeita com sua atuação profissional, numa seguradora. “Não me sentia feliz por não trabalhar na área em que me formei e na qual continuava estudando. Mas, não conseguia melhorar meu currículo e fazer novos contatos”, recorda-se.
Procurando na Internet, ela viu o trabalho de Raquel Castro e gostou. “De cara, a Raquel analisou meu currículo, me ajudou no processo de autoconhecimento e, super objetiva, fez um relatório das minhas características mais destacadas e das que eu poderia trabalhar melhor para alcançar meus objetivos”, diz Nicolle.
A estratégia, a curto prazo, foi a de trabalhar melhor esse currículo, ter um bom e eficiente Linkedin, com contatos que pudessem interagir de maneira focada, e cadastrar currículos em sites eficientes. A longo prazo, a coach ajudou Nicolle a preparar-se melhor para as entrevistas, a desenvolver determinados comportamentos e a pensar em aprimorar seu inglês e a realizar um intercâmbio, que ela já finalizou. “Apesar de ter sido curto, já conta como uma experiência internacional e foi excelente para meu currículo. Os resultados não poderiam ser melhores: fui promovida na própria empresa onde já trabalho – apesar de não ser no departamento de Comunicação – , tenho recebido convites para entrevistas, pelo Linkedin, e sinto-me mais confiante quando vou a elas”, comenta.
 
 
 
Créditos: Em Pauta Comunicação / Divulgação
 
 
 
 
 
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