Doenças respiratórias podem se agravar nesta época de frio

 

Os termômetros apontam queda de temperatura e, com ela, quem já sofre com dor de ouvido, sinusite, rinite, asma e bronquite, por exemplo, acaba tendo seus quadros de doença agravados. Além disso, a temporada de gripe ganha força. “É importante buscar avaliação médica quando o paciente sentir dificuldade respiratória, secreções amareladas, febre alta, assim como dores fortes de cabeça e no peito”, ressalta o otorrinolaringologista Rodrigo Pêgo, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Para evitar mudanças bruscas de temperatura, os agasalhos são fundamentais. “Especialmente as extremidades do corpo como pés e mãos devem estar bem aquecidos. É importante usar calçados fechados com meias grossas. Se o frio for rigoroso, é recomendável que se use cachecol, gola alta ou lenço para proteger a garganta”, explica Pêgo.

Além disso, o otorrinolaringologista aconselha que a pessoa busque respirar pelo nariz para o ar chegar aquecido nos pulmões. “As pessoas que já sofrem de doenças como sinusite, rinite ou bronquite, por exemplo, devem falar o mínimo possível em ambientes de circulação de ar frio. Os ouvidos também devem estar protegidos”, indica. Pêgo conta que percebe que muitas pessoas deixam de beber os dois litros de água diários quando há queda de temperatura. Ele recomenda que todos mantenham o hábito, e busquem bebê-la em temperatura ambiente.

Nos dias frios, é comum que as pessoas fiquem aglomeradas em locais fechados. Por isso, é muito comum o contágio de doenças. Principalmente os que sofrem de doenças respiratórias como asma e bronquite, por exemplo, devem buscar alternativas de lazer. Se o bebê tem menos de seis meses, é importante evitar levá-lo para shoppings ou supermercados, porque ele ainda não tomou todas as vacinas necessárias para a devida proteção. Da mesma forma, quem está gripado deve estar consciente de não ficar circulando para contagiar as pessoas. “A saúde dos demais deve ser respeitada. Não custa transferir compromissos para outros dias”, enfatiza o médico otorrinolaringologista Rodrigo Pêgo.

Vacine-se contra a gripe

“A melhor forma de prevenção é a vacina contra a gripe. Como todos os anos os vírus influenza sofrem mutação, novas vacinas são fabricadas com a composição definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explica o médico Rodrigo Pêgo.

 

Em toda a rede pública, somente está disponível para os grupos prioritários na campanha nacional, como idosos, gestantes e mulheres no pós-parto, crianças entre 6 meses e 5 anos, pessoas portadoras de doenças crônicas ou que comprometam a imunidade, profissionais da saúde, povos indígenas, detentos e agentes carcerários. Eles estão recebendo a vacina de 2016 trivalente, contra os três vírus da gripe: cepa A/H1N1, cepa A/H3N2 e uma cepa B. O Ministério da Saúde oferece para os grupos de maior risco que podem ter complicações e óbitos por influenza. As demais pessoas precisam buscar clínicas de vacinação particulares.

Fonte/  Influência Comunicação

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